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Publicado por no dia 20/10/2016 em Gospel, Notícias | Nenhum comentário

Vídeo: escravos de muçulmanos são ‘comprados’ por cristãos; entenda

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No Paquistão, famílias inteiras eram mantidas como escravos por muçulmanos. Após serem “comprados” por ministério cristão eles louvaram ao Senhor

Cinquenta cristãos, incluindo crianças, foram escravizados por muçulmanos e obrigados a trabalhar em uma olaria no Paquistão. Segundo a missão Rescue Christians/RC (Cristãos Resgatados, em livre tradução do inglês), eles sofriam diversos tipos de tortura psicológica e abuso físico, incluindo o estupro. O vídeo divulgado pela RC mostra os testemunhos de nove famílias que foram tiradas do local em segurança em um caminhão. Durante a viagem, emocionados, eles começaram a cantar na língua Punjabi uma versão musicada do Salmo 24, cujo refrão diz: “Quem é o Rei da Glória? O Senhor forte e poderoso”. Vejo o vídeo abaixo.

Apesar da flagrante violação dos direitos humanos, as autoridades do Paquistão nada fazem para impedir a prática, relativamente comum no país.

Na ação divulgada pela RC, as vítimas estavam nas mãos de homens com ligações no governo, por isso demorou mais de um ano entre a denúncia e a sua libertação. O resgate finalmente foi executado após os missionários optaram por pagar o preço exigido pelos muçulmanos para que os cristãos fossem soltos.

O grupo Rescue Christians se dedica a “comprar” de cidadãos que acabaram se tornando escravos

O grupo Rescue Christians se dedica a “comprar” de cidadãos que acabaram se tornando escravos

Nos casos apresentados no vídeo, o preço final foi U$ 150 por pessoa (cerca de R$ 480), sendo que cada um recebeu US$ 30 para poder comprar alimentos até recomeçarem suas vidas.

A Rescue Christians se dedica especificamente a “comprar” de volta cidadãos que acabaram se tornando escravos por vários motivos, geralmente para pagar dívidas. Nas olarias, atividade comum para os de baixa renda, os cristãos passavam o dia todo moldando tijolos de barro ou alimentando os fornos onde as peças eram queimadas.

Eles não recebiam pagamento pelo serviço, apenas casa e comida, e eram impedidos de sair. Como não sabiam o valor que deveriam receber pelo serviço, tornava-se impossível calcular quando a dívida estava paga e por isso permaneciam por período indeterminado.

Em muitos casos, mesmo alegando que já haviam trabalhado o suficiente para quitar os débitos, não podiam ir embora porque o local é vigiado por guardas armados.

Assista ao vídeo abaixo e deixe o seu comentário no Comerj.

Fonte: Gospel Prime e Shoebat

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