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Publicado por no dia 16/10/2013 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Tumulto em festa religiosa mata mais de 100 pessoas na Índia

india_Reuters

Autoridades abrirão investigação para esclarecer tumulto

O número de fiéis hindus mortos após um tumulto ocorrido nas proximidades de um templo no estado central indiano de Madhya Pradesh passou de 110, informou nesta segunda-feira (14) a imprensa local. Centenas de pessoas ficaram feridas – 10 estão em estado crítico.

Até a manhã desta segunda, haviam sido contabilizados 115 mortos. A confusão aconteceu no sábado (12) de manhã em uma ponte que leva ao histórico templo de Ratangarh, situado no distrito de Datia, onde uma multidão tinha se reunido para uma festividade em honra à deusa Durga.

Mais de meio milhão de pessoas peregrinaram ao templo para comemorar o último dia de uma maratona de festas que dura nove noites e dez dias.

A imprensa local publica duas versões das causas do acidente.

Uma delas fala que um boato de que a ponte ia desabar é a origem da correria gerada, de acordo com ‘The Times of India’. No entanto, algumas testemunhas responsabilizaram as forças da ordem por agir com negligência.

Muitos peregrinos morreram asfixiados, outros afogados, depois que caíram no rio.

Os sobreviventes relataram cenas de caos e os esforços desesperados das vítimas para escapar da morte.

“Alguns arrancaram os saris dos corpos das mulheres para usá-los como cordas e descer da ponte, mas não conseguiram escapar. Se afogaram nas águas agitadas do rio”, contou à AFP o vendedor ambulante Man Singh.

“As pessoas pulavam no rio, mas não conseguiam nadar contra a corrente”, declarou Manoj Shrama ao jornal ‘The Times of India’.

O chefe do governo de Madhya Pradesh, Shrivaj Singh Chouhan, ordenou a abertura de uma investigação para esclarecer a tragédia.

Os corre-corres são um fenômeno frequente nas celebrações religiosas indianas e se devem em grande parte às deficiências na gestão das grandes concentrações ou à precariedade das infraestruturas que rodeiam os locais de culto.

Fonte: G1

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