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Publicado por no dia 11/01/2016 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Tropas dos EUA estão em alerta máximo contra a Coreia do Norte

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Os Estados Unidos colocaram suas tropas em alerta máximo para as provocações da Coreia do Norte, informou a agência de notícias Reuters.

Além disso, os EUA e a aliada Coreia do Sul discutiram nesta segunda-feira (11) o envio de mais armamentos estratégicos norte-americanos para a península coreana, um dia depois de um bombardeiro B-52 dos EUA sobrevoar a Coreia do Sul em resposta ao teste nuclear da Coreia do Norte na semana passada

O líder da Coreia da Norte, Kim Jong-un, se reuniu com cientistas e técnicos que participaram do teste nuclear que o regime de Pyongyang realizou na semana passada, em um encontro no qual defendeu a importância do fato como elemento de “dissuasão”.

A agência estatal de notícias “KCNA” detalhou o encontro em uma nota distribuída nesta segunda-feira (11) e que inclui uma foto de Kim com os responsáveis do programa nuclear norte-coreano. A agência não detalhou a data do encontro.

A nota assegurou que o líder defendeu a necessidade de que seu país conte com um elemento de “dissuasão nuclear confiável”.

Também diz que se está convencido de que cientistas e técnicos norte-coreanos vão continuar colhendo “avanços contínuos” após o ímpeto que lhes fez “testar com sucesso a bomba H”.

Sobrevoo do EUA em resposta a teste nuclear

Os Estados Unidos acionaram um bombardeiro B-52 em um voo de baixa altitude neste domingo (10) sobre a Coreia do Sul, seu aliado, em uma demonstração de força após o teste nuclear da Coreia do Norte na semana passada.

O líder norte-coreano Kim Jong Un manteve sua afirmação de que o teste de quarta-feira (6) envolveu uma bomba de hidrogênio e disse que foi uma medida de autodefesa contra a ameaça norte-americana de guerra nuclear.

O quarto teste nuclear da Coreia do Norte irritou tanto a China, seu principal aliado, quanto os EUA, embora o governo dos EUA e especialistas em armamentos duvidem da alegação da Coreia do Norte de que o explosivo era uma bomba de hidrogênio.

O B-52, baseado em Guam e capaz de carregar armas nucleares, foi flanqueado por dois jatos de combate, um F-16 norte-americano e um F-15 sul-coreano, em voo baixo sobre a base aérea de Osan, antes de voltar ao Guam, disse o exército dos EUA em comunicado.

Osan fica ao sul de Seul e a cerca de 100 quilômetros da fronteira com a Coreia do Norte. O voo veio “em resposta às recentes ações provocativas da Coreia do Norte”, disse o exército dos EUA.

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Fonte: G1

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