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Publicado por no dia 23/03/2016 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

STF abre mais dois: inquéritos para investigar Renan chegam a nove

PGR quer apurar propina na Transpetro e terceirizada da Petrobras. Senador e deputado do PMDB negaram acusações em declarações

PGR quer apurar propina na Transpetro e terceirizada da Petrobras. Senador e deputado do PMDB negaram acusações em declarações

O Supremo Tribunal Federal (STF) abriu nesta terça-feira (22) mais dois inquéritos sobre o presidente do Senado, Renan Calheiros dentro da Operação Lava Jato. Com isso, o senador passa a ser alvo de nove investigações na Corte sobre o esquema de corrupção na Petrobras.

Os dois novos inquéritos surgiram da divisão de uma outra investigação supervisionada pelo ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no STF.

O inquérito original apura suposta atuação indevida de Renan Calheiros para manter Paulo Roberto Costa como diretor da Petrobras. Responsável até 2012 pela área de Abastecimento, ele admitiu em delação premiada que desviava recursos de contratos para políticos.

As duas novas investigações são sobre o suposto recebimento de propina de contratos da Transpetro e sobre suposto conluio entre Renan Calheiros e o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) para contratação de empresa terceirizada pela Petrobras.

Em diversas declarações, o senador e o deputado negaram as acusações.

Nesta segunda, Zavascki autorizou investigação sobre delação premiada de Carlos Alexandre de Souza Rocha, conhecido como Ceará, entregador de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, que operava as propinas.

Ceará afirmou aos investigadores que levou R$ 1 milhão a mando de Youssef para Renan Calheiros em Alagoas e que o dinheiro seria parte de uma dívida da construtora Camargo Correa com o doleiro.

Youssef negou que o dinheiro fosse para o senador e disse que era uma verba para a construtora OAS. Diante do impasse, a Procuradoria Geral da República, que investiga o caso junto com a Polícia Federal, quer ouvir o próprio senador e representantes das empresas.

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Fonte: G1

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