Menu Páginas
TwitterFacebook

COMERJ - Conselho dos Ministros do Estado do Rio de Janeiro

Menu Categorias

Publicado por no dia 13/08/2013 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Protesto contra Cabral termina em confronto no Rio de Janeiro

Protestos_Yasuyoshi-Chiba_AFP

Um protesto organizado na noite desta segunda-feira (12) contra o governador Sérgio Cabral, a composição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Ônibus da Câmara Municipal do Rio e pelo esclarecimento do sumiço do ajudante de pedreiro Amarildo de Souza terminou em confronto entre manifestantes e Polícia Militar, além de muita depredação pelo centro da capital fluminense.

Leia também: Cabral vai devolver diárias de viagem aos cofres públicos

Durante o protesto, o grupo, que manifestava em frente ao Palácio Guanabara, sede do governo do RJ, chegou a derrubar as grades que protegiam o prédio. A polícia respondeu com gás de pimenta e bombas de efeito moral. Os manifestantes revidaram atirando rojões e pedras nos policiais. Um policial foi atingido com uma pedrada no rosto.

Os policiais avançaram contra o grupo para dispersá-los e, na fuga, os manifestantes iniciaram uma série de depredações, ateando fogo em lixeiras, placas de publicidade e em uma banca de revistas. A tropa de choque foi acionada e usou bombas de efeito moral e de gás lacrimogênio para dispersar o grupo. De acordo com reportagem do jornal O Globo, seis pessoas foram detidas, mas depois foram liberadas após a confusão.

Na mesma ocasião, um grupo de professores, representantes do Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino (Sepe), foi expulso do Palácio da Guanabara após tentativa de invasão. Eles haviam se reunido com o vice-governador, Luiz Fernando Pezão, para negociar uma série de reivindicações da educação pública. A ação do governo gerou indignação do lado de fora, e o tumulto foi intensificado.

Em nota, o governo do Rio de Janeiro emitiu nota lamentando o confronto.

“O vice-governador, Luiz Fernando Pezão, e o subsecretário de Educação, Antonio Neto, receberam, hoje (12), em audiência no Palácio Guanabara, representantes do Sepe [Sindicato Estadual dos Profissionais de Ensino], para ouvir e manter o diálogo com o sindicato. Lamentavelmente, após a reunião, parte do grupo decidiu ocupar o palácio. Irredutíveis, [eles] foram retirados do local pela segurança”.

“(…) infelizmente, em seguida, grupos radicais desejosos do confronto chegaram à frente do palácio com ações violentas e tentativas de invasão, chutando o gradil, jogando coquetéis molotov e atirando rojões. Esses grupos não estão interessados no diálogo e na democracia. Apenas apostam no caos”.

NT

Fonte: Época e Agência Brasil

Publicar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *