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Publicado por no dia 28/10/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Presidente do Banco do Brasil deve sair ainda este ano

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Com o desgaste do presidente do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, mais uma vez alvo de denúncias, a presidente Dilma Rousseff deve escolher o substituto antes do fim do primeiro mandato. No páreo para ocupar o cargo, estão o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Paulo Rogério Caffarelli, e o atual vice-presidente de Negócios de Varejo, Alexandre Abreu.

Bendine foi o pivô de denúncias recentes, como o financiamento concedido pela instituição à socialite Val Marchiori e o relato de um ex-motorista ao Ministério Público Federal em que confessou que fez diversos pagamentos em dinheiro vivo a mando do chefe.

Caffarelli fez carreira no BB. É considerado um habilidoso articulador político e ganhou visibilidade ao integrar a equipe econômica. Em fevereiro deste ano, ele abandonou uma das vice-presidências do BB para ocupar o lugar do ex-número dois da Fazenda Nelson Barbosa, que havia deixado o cargo após desavenças com o ministro Guido Mantega.

Já Abreu cresceu politicamente dentro do governo no início de 2012, quando a presidente Dilma usou a instituição para orquestrar uma queda generalizada das taxas de juros no país. Foi ele quem desenhou pessoalmente o programa Bom pra Todos e ganhou trânsito no Palácio do Planalto. Aproveitou ainda para fincar o pé em outros fóruns, como a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e ficar conhecido como o interlocutor do governo em discussões importantes.

Na Caixa Econômica Federal, o petista baiano Jorge Hereda deve permanecer na presidência. Eventuais mudanças para acomodar aliados políticos deverão ficar restritas às vice-presidências do banco. Segundo um interlocutor do Planalto, a presidente Dilma Rousseff gosta do trabalho de Hereda, que é também muito ligado ao governador da Bahia, Jaques Wagner. A avaliação é que ele não dá problemas ao governo e tem executado os programas sociais, como o Minha Casa Minha Vida, que será relançado no próximo ano, seguindo à risca as ordens da presidente.

Hereda ocupa a presidência da Caixa desde 2011, quando foi alçado ao cargo, depois de exercer a vice-presidência de Governo da instituição. No governo do ex-presidente Lula, Hereda foi secretário de Habitação do Ministério das Cidades.

O BNDES, por sua vez, deve mudar de comando, segundo uma fonte próxima à Dilma. As relações entre o atual presidente do banco, Luciano Coutinho e Dilma estão estremecidas há algum tempo

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Fonte: O Globo

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