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Publicado por no dia 17/10/2013 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Presidente da Autoridade Palestina convida papa a visitar a Terra Santa

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O presidente da Autoridade Palestina, Mahmud Abbas, convidou nesta quinta-feira (17) o papa Francisco a visitar a Terra Santa, alguns meses depois do convite do chefe de Estado de Israel, Shimon Peres, informaram jornalistas presentes à audiência.

“Convidei o papa a visitar a Terra Santa”, disse Abbas ao ministro dos Negócios Estrangeiros do Vaticano, Dominique Mamberti, ao fim do primeiro encontro, de meia hora, com Francisco.

Antes, como já fez com outros convidados oficiais, o papa ofereceu uma caneta a Abbas. “Uma caneta porque, seguramente, vai assinar muitas coisas”, disse Jorge Mario Bergoglio. “Espero assinar, com esta caneta, o acordo de paz com Israel”, respondeu Abbas.

Depois desse encontro, o papa vai receber o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, na próxima quarta-feira (23).

Em comunicado, o gabinete de Netanyahu anunciou que ele ia aproveitar a viagem a Roma para se reunir com o secretário de Estado norte-americano, John Kerry. De acordo com a rádio militar israelense, os temas do encontro serão o programa nuclear iraniano e as negociações de paz entre Israel e a Palestina.

Francisco manifestou, em diversas ocasiões, vontade de visitar a Terra Santa, mas a visita não foi anunciada pelo Vaticano.

De acordo com os jornalistas israelenses, o papa manifestou a um amigo, o rabino argentino Abraham Skorka, a vontade de visitar Israel e Belém, na Cisjordânia, em março. O papa gostaria de fazer essa visita antes do fim do mandato de Peres, em julho de 2014, acrescentaram.

Os dois antecessores de Francisco, João Paulo II e Bento XVI, visitaram Israel e a Cisjordânia em 2000 e 2009, respetivamente.

“Francisco manifestou, em várias ocasiões, clara vontade de visitar a Terra Santa no próximo ano. A data e o programa não estão definidos, nem tampouco anunciados. Portanto, as informações de fonte israelense que falam de março não se confirmam”, disse nessa quarta-feira o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi.

* Com informações da Agência Brasil

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