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Publicado por no dia 09/09/2013 em Gospel, Notícias | Nenhum comentário

Pr. Cláudio Duarte fala sobre a relação do evangélico com o sex shop

Natalia-de-Oliveira-G11

Há 20 anos, Ivani Parreira e o marido resolveram trocar a lanchonete que o casal administrava em Sorocaba (SP) por um sex shop. Hoje, aos 68 anos e divorciada, Ivani conta com a ajuda dos três filhos e de duas netas para comandar a loja.

“Eu topei na hora, mas confesso que fiquei nervosa, até meio que envergonhada. Além disso, também senti medo de que me julgassem como uma mulher ‘da vida’ por administrar esse tipo de negócio”, relembra a empresária. O receio na época foi ainda maior porque Ivani era evangélica. Ela conta que sofreu muito preconceito de pessoas que não tinham conhecimento sobre o assunto e achavam que a sua loja tinha envolvimento até com prostituição.

Depois de abrir a loja, Ivani deixou de frequentar a igreja evangélica. Mesmo assim ela afirma que o ramo do comércio não influenciou nessa decisão. “Parei de ir à igreja só por falta de tempo. Mas a pessoa que segue religião pode muito bem inovar na cama com o marido, tanto que atendo na loja muitos evangélicos. A única diferença é que eles compram produtos para usar com seus cônjuges. A loja deve ser vista como uma aliada para os casais inovarem e manterem sempre acesa a aquela chama”, diz ela, que fez questão de criar os três filhos na igreja evangélica.

Imagem: divulgaçãoAos evangélicos, Pr. Cláudio Duarte não recomenda este tipo de negócio

“Ah, eu não acho muito certo ganhar dinheiro com o prazer dos outros (risos). Bom, mas falando um pouco mais sério agora, eu compararia o fato de um cristão ter um sex shop com alguém que quer montar um bar e vender bebida alcoólica e cigarro. O problema é que se um cristão é dono de um sex shop, tem coisas que ele não deveria comercializar. Existe uma série de produtos como: óleos de massagens, líquidos lubrificantes, anéis para retardamento da ejaculação e outros, que podem ser extremamente benéficos para um relacionamento conjugal sadio.

Às vezes a mulher está com uma alteração hormonal e um lubrificante pode ser perfeitamente aceitável. Até usar uma fantasia não tem nada demais. O problema é que o desejo pelo corpo do conjugue deve vir em primazia. Um produto para apimentar a relação é outra história, pois é um acessório. Por outro lado, existe pênis de dupla penetração no sex shop que um cristão não deveria fazer uso, pois sai do contexto de santidade.

Não posso dizer que é pecado um cristão ter tal comércio, mas diria que não é recomendado. Se eu for avaliar pelo lado bíblico: ‘Todas as coisas são lícitas, mas nem todas me convém’ . Eu não teria, nem recomendaria um sex shop para nenhum membro de minha igreja, então não recomendaria para ninguém mais. Portanto, gostaria apenas de fazer uma observação: fuja da aparência do mal.”

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