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Publicado por no dia 11/02/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Polícia divulga foto do suspeito de acender rojão que matou cinegrafista

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Equipes da polícia estão a procura do suspeito

A Polícia Civil divulgou foto de Caio Silva de Souza, de 23 anos, provável suspeito de acender o rojão que atingiu o cinegrafista da Bandeirantes Santiago Ilídio Andrade. Policiais da 17ª DP (São Cristóvão) fazem buscas em vários pontos do estado para cumprir o mandado de prisão temporária contra o jovem expedido na noite de segunda-feira (10) pela Justiça.

De acordo com o titular da 17ª DP, Maurício Luciano Almeida, Caio e o tatuador Fábio Raposo vão responder a crime de homicídio doloso qualificado pelo uso de explosivo e crime de explosão. O cinegrafista teve morte cerebral anunciada na manhã de segunda-feira.

A prisão temporária do suspeito foi decretada pela Justiça no fim da noite desta segunda-feira. Assim como o tatuador Fábio Raposo, que já está preso em Bangu, Caio também teve a prisão pedida pela polícia

Raposo é citado em dois inquéritos por participar de protestos: o tatuador é acusado de ameaça, dano ao patrimônio e associação criminosa. A pena pela morte de Santiago pode chegar a 35 anos. Os dois vão a júri popular.

“Não tenho a menor dúvida de que os dois agiram com a intenção de matar quando lançaram o artefato explosivo durante a manifestação. Não descarto a possibilidade de pedir ajuda à Polícia Federal ou à Interpol caso a gente descubra que o segundo acusado fugiu para outro estado ou para outro país”, afirmou o delegado. “É bom frisar que o explosivo usado por eles é muito comum, vendido sem restrição. Deveria haver uma lei para impedir que fosse vendido tão facilmente”.

Na manhã desta segunda-feira, o advogado Jonas Tadeu Nunes, que defende Raposo, entregou o nome do segundo acusado à polícia. De acordo com o advogado, Fábio Raposo apontou, numa rede social, o nome de uma pessoa, que revelou o nome do acusado. Jonas Tadeu espera que com essa colaboração seu cliente consiga o benefício da deleção premiada.

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Fonte: O Globo

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