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Publicado por no dia 03/06/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

PF investiga festa com rituais satânicos e orgias dentro de Universidade

Ritual

Um crânio humano foi usado em suposto ritual de magia negra em festa na Universidade

Nesta segunda-feira (2), o delegado da Polícia Federal em Macaé, Júlio César Ribeiro, vai até o campus da Universidade Federal Fluminense (UFF) em Rio das Ostras, no litoral do Rio. O objetivo é levar peritos da Polícia Civil para realizarem trabalhos de investigação sobre uma festa ocorrida no local. O delegado informou que vai intimar todos os envolvidos na divulgação da festa, além do reitor e de funcionários da universidade.

“É inadmissível que um espaço federal seja utilizado para a prática de crimes. Os responsáveis serão punidos”, garantiu o delegado.

Na semana passada a Polícia Federal abriu inquérito para investigar uma festa na UFF de Rio das Ostras. Os policiais apuram denúncias de que no local houve o consumo de drogas, álcool, orgias e rituais satânicos. O evento foi realizado na noite de quarta-feira (28) por alunos do curso de Produção Cultural. O convite para o evento foi publicado em uma rede social com o tema “Xereca Satânik – A Festa”.

Imagens divulgadas na internet, chocaram internautas, em uma delas, a genitália de uma mulher estaria sendo costurada. Em outras fotos, elas aparecem em um suposto ritual de magia negra, inclusive, com uso de um crânio humano. Um estudante da instituição, que pediu para não ser identificado, contou ao portal G1 que as bebidas alcoólicas usadas na festa ficaram armazenadas dentro do novo anexo da UFF.

“A festa ocorreu ao lado do prédio novo chamado multiuso. O diretor do pólo permitiu o armazenamento de bebidas dentro da universidade. O uso de drogas é praticamente liberado. Precisamos de uma intervenção urgente”, disse.

O diretor do Instituto de Humanidade e Saúde, Carlos Eduardo Giglio, responsável pelo curso de Produção Cultural, disse à reportagem da Inter TV que o que estava programado para o dia era uma atividade acadêmica. A reitoria da UFF informou que abriu uma sindicância para apurar com urgência o que realmente aconteceu no local.

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Fonte: G1

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