Menu Páginas
TwitterFacebook

COMERJ - Conselho dos Ministros do Estado do Rio de Janeiro

Menu Categorias

Publicado por no dia 06/10/2015 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Mulheres indianas pagam um alto preço para servir a Cristo

07

“Agora que eu tenho a Jesus, me considero uma mulher forte”

Mulheres indianas enfrentam a violência doméstica, mesmo com as definições da Constituição do país, que garantem direitos iguais para homens e mulheres. Das formas de violência, as piores são os ataques com ácido, abusos e acordos nupciais forçados. Uma mulher que se converte ao cristianismo recebe um tratamento ainda pior.

*Sarita é uma mulher cristã, da Índia Central. Ela sofreu violências físicas e intelectuais por mais de 13 anos, pelo próprio marido, até que ele decidiu abandoná-la. “Ele me atormentava por causa da minha fé. Eu ouvi falar de Jesus quando tinha 16 anos e o amor de Cristo foi crescendo em mim aos poucos. Porém, me apaixonei e me casei com Mohan*, um homem hindu, mas foi só depois do casamento que ele mostrou quem era de verdade”, explica.

Ela conta que o marido chegava em casa bêbado, batia nela e dizia que ela era uma vergonha para a família. “Quando ele mandava eu adorar os deuses hindus e eu me recusava, então eu apanhava ainda mais”, disse ela a um voluntário da Portas Abertas. Enquanto tentava lidar com a situação, descobriu que seu marido tinha um segredo: “Ele já era casado, tinha três filhos e eu era a segunda esposa, mas ele nunca me contou. E a essa altura, eu também descobri que estava grávida”.

Depois de quatro anos, ela teve mais um filho. Sarita orava muito para Deus transformar seu marido, mas ele foi embora para viver com a primeira esposa, e a difamou, além de dizer a um jornal local que ela era prostituta.

“Eu era uma mulher abandonada, difamada e sofrida. Mas agora eu tenho a Jesus, então eu posso todas as coisas, e sempre me lembro da passagem de Isaías 41.10: ‘Por isso não tema, pois estou com você; não tenha medo, pois sou o seu Deus. Eu o fortalecerei e o ajudarei; Eu o segurarei com a minha mão direita vitoriosa’. Por isso eu me considero uma mulher forte”, conclui Sarita.

*Nomes alterados por motivos de segurança.

Deixe o seu comentário no Comerj.

Fonte: Portas Abertas Internacional

Publicar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *