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Publicado por no dia 22/10/2015 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Morales comemora e agradece a Lula, Chávez e Fidel por seu ‘sucesso’

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São cada vez mais evidentes os estreitamentos de laços entre os governos de esquerda na América Latina

Evo Morales celebrou nesta quarta-feira (21), com um ritual indígena, o recorde como o presidente que permaneceu mais tempo no poder na Bolívia e agradeceu o apoio que recebeu dos ex-presidentes Fidel Castro, Hugo Chávez, Luiz Inácio Lula da Silva e Néstor Kirchner.

No complexo religioso pré-incaico andino de Tiwanaku, o aimara Morales lembrou que, desde a fundação da Bolívia, em 1825, o governante que havia estado por mais tempo no poder havia sido o Marechal Andrés de Santa Cruz, “com 9 anos, 8 meses e 26 dias” entre 1829 e 1839.

“Hoje em dia, esta permanência mais longa foi superada por nós. Por isso estamos aqui para prestar homenagem ao nosso processo de mudança, ao nosso povo e já são 9 anos, 8 meses e 27 dias” na presidência, disse Morales.

O governante, um crítico ferrenho da economia neoliberal e das políticas dos Estados Unidos, relembrou suas conquistas desde que começou, em 2006, com três mandatos consecutivos, e que deve terminar em 2020, embora o governismo já apure uma reforma constitucional para habilitá-lo para outros cinco anos.

‘Mentores’

Morales lembrou o apoio e os ensinamentos que recebeu desde o início do líder cubano Fidel Castro e dos ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e dos finados Hugo Chávez, da Venezuela, e Néstor Kirchner, da Argentina.

Além de citar Fidel Castro e Hugo Chávez, de Cuba e Venezuela, Morales também disse: “Também devo reconhecer a participação de Lula, com suas sugestões, e a participação de Néstor Kirchner, de quem temos muitas lembranças”, acrescentou.

O presidente celebrou o fato histórico desde a madrugada, acompanhado por seus ministros, como o das Relações Exteriores, David Choquehuanca, e o da Economia, Luis Acre, que estão com ele desde o primeiro dia em que assumiu a presidência, em 22 de janeiro de 2006.

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Fonte: Correio Braziliense

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