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Publicado por no dia 03/01/2017 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Ministro irá a Roraima discutir situação da fronteira com a Venezuela

A assessoria do ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, informou que ele visitará Boa vista (RR) nesta terça-feira (3) para discutir a situação da fronteira entre o Brasil e a Venezuela. O ministério ainda não informou, porém, qual será a agenda de Alexandre de Moraes na cidade, com quem ele se reunirá e o local do encontro. O ministro deve retornar a Brasília ainda nesta terça.

A fronteira entre os dois países está fechada para a passagem de veículos desde 13 de dezembro. Há cerca de duas semanas, somente pessoas a pé passaram a ser autorizadas a cruzá-la, entre 7h e 20h.
Inicialmente, a previsão era de a fronteira ser reaberta nesta segunda (2), mas seguia fechada até as 16h, no horário de Brasília. Em nota, o Itamaraty chegou a informar que “a situação está se normalizando e já não há mais brasileiros retidos no lado venezuelano”.

Para atravessar a fronteira de carro, os brasileiros tinham de procurar o vice-consulado em Santa Elena de Uairén para incluir os nomes em uma lista a ser entregue às autoridades venezuelanas. Segundo o governo de Roraima, a secretária de Relações Internacionais, Verônica Caro, está na Venezuela “dialogando com autoridades daquele país, no sentido de agilizar a abertura da fronteira o mais rápido possível”.

A decisão de fechar a fronteira foi tomada pelo presidente venezuelano, Nicolás Maduro, com o objetivo de combater as “máfias colombianas” que entram no país com notas de 100 bolívares, que o governo tirou de circulação, para “desestabilizar a economia” da Venezuela. Com o mesmo objetivo, Maduro também mandou fechar a fronteira com a Colômbia.

O fechamento da fronteira tem causado prejuízos aos comerciantes brasileiros na região. Em 13 de dezembro, dia em que o decreto passou a valer, diversas lojas da cidade de Pacaraima, no Norte de Roraima, ficaram fechadas.
De acordo com comerciantes do município, os venezuelanos correspondem a 99% dos clientes das empresas da cidade, a 250 KM da capital Boa Vista. Desde o agravamento da crise no país governado por Maduro, Pacaraima vivia uma intensa corrida de venezuelanos em busca de comida.

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Fonte: G1

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