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Publicado por no dia 30/05/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Mãe lê diário da filha e polícia prende 4 parentes por abuso sexual

estupro-Reprodução-TV-Anhanguera

Avô, dois padrinhos e marido da avó são suspeitos de cometer o crime. Segundo polícia, três deles confessaram o delito contra a garota de 9 anos

Imagem: Reprodução/TV Anhanguera

No diário a menina conta que os abusos aconteciam há muito tempo

Quatro homens foram presos nesta quinta-feira (29) suspeitos de abusar sexualmente de uma menina de 9 anos, em Indiara, a 100 km de Goiânia. Segundo a polícia, o crime era cometido por parentes e pessoas próximas da família: o avô materno, o marido da avó materna, o padrinho da garota e o padrinho da irmã dela. O caso só começou a ser investigado depois que a mãe leu o diário da criança e descobriu os abusos. No caderno, que será usado pela polícia como prova, a menina relatava o que cada um dos suspeitos fazia e afirmava que não gostava do que acontecia. Ela escreveu os atos começaram quando ela era pequena e que, na época, não entendia o que estava acontecendo. Oito policiais e dois delgados atuaram nas prisões. Segundo Queops Barreto, delegado de Indiara, três dos quatro detidos confessaram ter praticado os abusos e um deles ficou calado. Apesar de um exame de corpo de delito confirmar que não houve relação sexual, todos serão indiciados pelo crime de estupro de vulnerável e podem pegar de 8 a 15 anos de prisão. “O estupro de vulnerável não se restringe somente à conjunção carnal. Qualquer ato lascivo que caracterize de forma vulgar, o abuso de vulnerável, é tipificado como abuso de vulnerável”, explica Barreto. Após receber as notícias das prisões, a mãe da garota contou como se sentiu: “Eu chorei de alegria, de alívio, raiva e tristeza, tudo junto. A gente tá passando por uma situação que não é fácil, porque envolve gente da família. Agora é tocar a vida com ela e observar mais, ficar sempre mais perto”. A garota foi avaliada por uma psicóloga que constatou um trauma oriundo de uma experiência sexual anormal. “Como ficou muito tempo sem que ninguém soubesse desse crime, apenas ela sofrendo calada e os autores se aproveitando, essa criança vai ter que passar por um acompanhamento psicológico e médico para poder superar eventuais traumas que tenham ocasionado em sua vida”, disse o outro delegado da operação, Leandro Sperandio. Deixe o seu comentário no Comerj. Fonte: G1

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