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Publicado por no dia 04/04/2016 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Investigação global revela contas de políticos e celebridades em paraísos fiscais

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O WikiLeaks e o Consórcio Internacional de Jornalismo Investigativo (ICIJ) relevaram neste domingo (3) milhares de documentos sobre o funcionamento de empresas em paraísos fiscais e quantias enormes de dinheiro pertencentes a políticos, empresários, jogadores de futebol e famosos. O caso já ganhou a imprensa mundial e foi batizado de Panama Papers.

De acordo com a investigação, o presidente russo, Vladimir Putin, familiares do presidente chinês Xi Jinping, o ucraniano Petro Poroshenko, a família real saudita e autoridades da Islândia e do Paquistão estão entre os beneficiados por offshores criadas por 214.000 empresas. O nome do jogador argentino Lionel Messi e do ator Jackie Chan também aparecem no caso. O chefe de Estado argentino, Mauricio Macri, e o ex-jogador francês Michel Platini também são apontados como beneficiários de contas e empresas em paraísos fiscais. Já no Brasil, os documentos relevam 107 empresas offshores ligadas a pessoas citadas na Operação Lava Jato.

Segundo a página na internet do ICIJ, doze chefes de Estado em exercício e que já deixaram os postos são citados. Os mais de 11,5 milhões de documentos provêm da Mossack Fonseca, com sede no Panamá, uma firma especializada em criar e gerir empresas offshore em diferentes paraísos fiscais. “Os documentos contêm novos detalhes sobre grandes escândalos, como (…) o extenso caso de lavagem de dinheiro no Brasil e alegações de propina que abalaram a Fifa”, diz um trecho da apresentação do documento no site.

Os arquivos foram entregues por uma fonte ao jornal alemão Süddeutsche Zeitung e são considerados a maior fuga de informação dos últimos tempos. A ICIJ, em parceria com veículos de mídia do mundo todo, promete lançar as informações gradualmente nos próximos dias. Participaram da apuração 376 jornalistas, de 109 veículos de mídia, em 76 países. No Brasil, participaram da apuração o UOL, o jornal ‘O Estado de S. Paulo’ e a RedeTV!.

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Fonte: Veja

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