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Publicado por no dia 26/09/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

FBI identifica terrorista do EI que decapitou jornalistas

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Os vídeos das decapitações divulgados pelo grupo jihadista Estado Islâmico (EI) eram autênticos

O diretor do FBI, James Comey, afirmou nesta quinta-feira (25) que os Estados Unidos acreditam ter identificado o terrorista do Estado Islâmico (EI) que aparece nos vídeos das decapitações dos jornalistas americanos James Foley e Steven Sotloff e do britânico David Haines divulgados pelo grupo na internet. Esta é a primeira vez que uma autoridade ocidental afirma ter reunido indícios suficientes para identificar o jihadista. Comey disse que o nome e a nacionalidade do terrorista não serão divulgados.

O fato de o carrasco falar inglês com sotaque britânico levou a indicações de que o terrorista era inglês. O rapper Abdel-Majed Abdel Bary, de 23 anos, foi apontado como o possível autor das ameaças aos Estados Unidos feitas nos vídeos. O chefe do FBI não informou se os EUA acreditam que o mesmo homem que aparece nos vídeos foi responsável pelas decapitações – isso porque ele apenas inicia a bárbara execução, que não é mostrada totalmente nas gravações. Na propaganda do horror, apenas o resultado da selvageria é exposto.

Segundo Comey, dezenas de cidadãos americanos deixaram o país para se juntar aos terroristas do EI na Síria e no Iraque. O diretor do FBI reconheceu que muitos conseguiram voltar para os Estados Unidos. Ele destacou, no entanto, que as autoridades americanas conseguiram prender boa parte dos extremistas. Aqueles que estão em liberdade são constantemente monitorados pelo serviço de inteligência, assegurou.

Ataques ao metrô

Nesta quinta, o primeiro-ministro do Iraque, Haidar al Abadi, declarou que o serviço secreto de seu país reuniu indícios sobre planos do EI de cometer atentados terroristas nos metrôs dos Estados Unidos e da França. O governo americano negou a informação. Segundo a rede britânica BBC, as autoridades não possuem nenhuma prova concreta que indique a elaboração desse tipo de ataque nos dois países.

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Fonte: Veja

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