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Publicado por no dia 21/11/2016 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Em regime aberto, Paulo Roberto Costa fecha acordo de cooperação com FBI

Ex-diretor da Petrobras já cumpri regime aberto, no Rio de Janeiro, desde outubro. O benefício faz parte do acordo de delação premiada firmado com o MPF

Ex-diretor da Petrobras já cumpri regime aberto, no Rio de Janeiro, desde outubro. O benefício faz parte do acordo de delação premiada firmado com o MPF

O ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa fechou um acordo para cooperar com o FBI e o Departamento de Justiça dos Estados Unidos. A informação é da colunista Mônica Bergamo da ‘Folha de S. Paulo’.

Segundo o jornal, a negociação foi confirmada pela defesa do ex-executivo da estatal, que também afirmou que ele se comprometeu a cooperar com as investigações norte-americanas, fornecendo documentos e outros materiais, além de comparecer a depoimentos e entrevistas quando for convocado.

Sem tornozeleira

Paulo Roberto Costa retirou a tornozeleira eletrônica no dia 3 de novembro, em Curitiba, mas desde o dia 26 de outubro passou a cumprir o regime aberto. O benefício se deve ao acordo de delação premiada firmado com o Ministério Público Federal (MPF).

O ex-diretor da estatal foi condenado em vários processos da Operação Lava Jato por crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Paulo Roberto é o primeiro delator da Lava Jato.

Segundo o ‘G1′, com o acordo de delação premiada, a pena do condenado é de 20 anos, restando ainda o cumprimento de 17 anos.

Na decisão do juiz, Paulo Roberto Costa deve cumprir o regime aberto obedecendo restrições por três anos, até o dia 1º de novembro de 2019. Após este período, haverá uma nova avaliação da Justiça.

O ex-diretor está proibido de se mudar e de viajar para o exterior sem a autorização da Justiça. Ele também não pode sair da comarca em está o seu domicílio por mais de 15 dias sem comunicar e sem ser autorizado pelo Judiciário.

Outra determinação é prestar quatro horas semanais de serviços comunitários e apresentar trimestralmente um relatório das atividades profissionais à Justiça Federal do Paraná.

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Fonte: Folha de S. Paulo e G1

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