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Publicado por no dia 26/08/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Dilma ressuscita na TV obra invisível e engana eleitores nordestinos

Dilma-rio

Em sua coluna na ‘Veja’, Augusto Nunes relembrou o fato de que o ex-presidente Lula, em 2009, jurou acabar com o fenômeno que mais atormenta o Nordeste brasileiro: a seca. Já em 2010, como prometera em 2008, adiou para dali a três anos a conclusão da transposição das águas do Rio São Francisco: “Vai sê inaugurada definitivamente em 2012, a não sê que aconteça um dilúvio ou qualquer coisa”, garantiu Lula.

Em 2012, Dilma Rousseff confirmou que, como já havia prometido o seu “companheiro” e padrinho, o sertão iria mesmo virar mar. Mas só em 2014. Como não houve dilúvio, “nem se soube de qualquer coisa suficientemente poderosa para ordenar ao São Francisco que permanecesse onde sempre esteve, o que teria acontecido? A obra foi subestimada pelos responsáveis, explicou a responsável pela obra”, comentou Augusto Nunes.

Meses atrás, a candidata a reeleição acabou confessando que o deslumbramento fluvial não se tornará visível tão cedo.

De volta ao São Francisco para gravar cenas planejadas pelo marqueteiro João Santana, a supergerente caprichou no dilmês de comício para explicar os motivos de mais um adiamento.

Tente entender o palavrório reproduzido sem retoques nem correções:

“Acho que uma parte significou a chamada curva de aprendizado, você tem de aprender a fazer. A segunda parte, eu acho que a complexidade da obra é maior do que se supunha, principalmente quando você considera que não é pura e simples a abertura de canal. É também estações de bombeamento”.

“Cenas da visita ao rio que teima em não sair do leito ilustraram a ressurreição da vigarice franciscana no horário eleitoral da TV. Além de exterminar a seca, o milagre das águas agora também vai ‘irrigar esperanças e secar muita lágrima dos nordestinos’. Basta votar em Dilma e ter paciência para esperar mais um ano e pouco. Ou mais um mandato. Ou mais um século. Haja cinismo”, disparou Augusto Nunes.

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Fonte: Veja

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