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Publicado por no dia 11/11/2013 em Mensagens Pastores | Nenhum comentário

Cristão pode ter ‘gato de energia’ ou sonegar impostos?

Pr. Silas, um cristão pode instalar “gatos de energia”, para dormir de ar-condicionado e diminuir a conta de luz, ou driblar de alguma forma o fisco, para obter desconto nos impostos?

Um problema que assusta o Brasil nos dias de hoje é a sonegação de impostos. Boa parte da população, incluindo alguns cristãos, procura driblar a carga tributária para tentar garantir uma graninha extra no final do mês.

Entre os casos mais comuns, podemos citar: a declaração no Imposto de Renda de um valor abaixo do compatível com o bem imóvel/móvel que possui; a ocultação de pequenos rendimentos ou serviços prestados, para não sofrerem a “mordida do leão”; o famoso “gato de energia”, “gato net” e “gato de água”, para pagar bem menos na conta de luz, na TV a cabo e na conta de água; a venda de produtos sem nota fiscal, para diminuir o pagamento de imposto; a adulteração de produtos, para baratear a produção e aumentar o rendimento.

Contra essa prática ilegal, a Bíblia é bem enfática: Dai a cada um o que deveis: a quem tributo, tributo; a quem imposto, imposto; a quem temor, temor; a quem honra, honra. Romanos 13.7

Dai, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus. Mateus 22.21

No primeiro texto, o apóstolo Paulo ressaltou a importância da submissão às autoridades, desde que não tenhamos de abrir mão de nossas convicções religiosas. No segundo, Jesus mostrou que o cristão tem duas cidadanias: a terrena e a celestial. Assim como a cidadania celestial implica obediência a Deus e compromisso com Ele, a cidadania terrena implica o pagamento pelos serviços e benefícios que recebemos. Logo, nós, evangélicos, não podemos fugir aos encargos tributários.

A fraude ou sonegação fiscal consiste em utilizar procedimentos que violem diretamente a lei ¬fiscal ou o regulamento fiscal. Caracteriza-se pela ação do contribuinte de opor-se conscientemente à lei. Desta forma, sonegação é um ato voluntário e consciente, em que o contribuinte omite-se em relação ao imposto devido.

Como punição a esse ato ilícito, a lei prevê multa que varia de acordo com a infração. Dependendo do caso, a desonestidade pode ser qualificada como crime, incorrendo em pena de reclusão de dois a cinco anos para os sonegadores. Portanto, não há dúvidas de que o cristão que nega seu dever como cidadão de pagar os devidos impostos e serviços de que desfruta tem uma atitude reprovável à luz da Lei de Deus. Sonegar é pecado!

Não é à toa que as Escrituras ensinam que, no dia do juízo, muita gente que se diz cristã será condenada com os in¬fiéis e ímpios, porque não deu bom testemunho, apesar de ter frequentado igreja, curado enfermos, evangelizado e operado milagres. Eram apenas religiosos que viviam de aparência.

SUGESTÕES DE LEITURA:

Mateus 7.18-23 ; Lucas 3.14

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