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Publicado por no dia 14/01/2014 em Gospel, Notícias | Nenhum comentário

Confeiteiro cristão não faz bolo gay e é processado por discriminação

phillips-CBS-Denver

Juiz obrigou confeitaria a incluir bolos de casamento gay em seu mostruário

O proprietário cristão de uma confeitaria no Colorado, oeste dos EUA, decidiu apelar contra decisão de um tribunal, que determinou que ele só poderia voltar a vender seus produtos se incluíssem bolos de casamento entre homossexuais no seu mostruário.

Para defender a Masterpiece Cakeshop e seu dono, Jack Phillips, a Aliança em Defesa da Liberdade (ADF) acionou seus advogados para entrarem com recurso sob o argumento de que a deliberação fere os direitos de liberdade de expressão da arte de confecção dos bolos, deixando claro que o artista está livre para criar o que quiser.

O problema começou quando os rapazes Charlie Craig e David Mullins procuraram Phillips para preparar o bolo de casamento dos dois.

Por conta de sua crença religiosa, o confeiteiro disse que poderia fazem qualquer item de panificação, menos um bolo com a referência a um casal do mesmo sexo.

Com apoio da União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU), Craig e Mullins, abriram uma queixa formal contra a confeitaria sob a argumento de discriminação, que levou o juiz Robert N. Spencer a sentenciar uma mudança de postura por parte de Philips para poder continuar com seu trabalho.

“Os fatos incontestáveis mostram que os entrevistados foram discriminados por sua orientação sexual, com a recusa da comercialização de um bolo de casamento de duas pessoas do mesmo sexo”, escreveu o juiz.

Os advogados de Phillips então relataram que sua negativa não foi para atacar a orientação sexual do casal, mas para proteger sua “crença cristã inabalável” e seu pensamento sobre o modo que Deus enxergaria sua atitude.

Para completar, os juristas indicaram que o confeiteiro é protegido pela liberdade de expressão da Primeira Emenda Constitucional dos Estados Unidos. Com o recurso da ADF, o caso deve ir adiante até que seja tomada uma nova decisão.

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Fonte: The Christian Post

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