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Publicado por no dia 04/07/2016 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Carro-bomba: Ataque do Estado Islâmico em Bagdá mata mais de 200 pessoas

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O número de mortos no atentado praticado pelo grupo Estado Islâmico em um centro comercial de Bagdá passa de 200, informam as autoridades locais, segundo o ‘G1′. No entanto, o número exato de vítimas ainda é desencontrado. Um carro-bomba explodiu no bairro de Karada, que estava lotado de jovens e famílias que celebravam o fim do Ramadã, o mês sagrado para os muçulmanos.

Nesta segunda-feira (4), o último balanço foi divulgado pelo vice-chefe do comitê do Conselho Provincial de Bagdá, Mohamed al-Rubaye, em uma entrevista divulgada pela CNN, falava em ao menos 200 mortos. A France Presse fala em 213 mortos e mais de 200 feridos. No entanto, a Reuters diz que 147 pessoas morreram e 35 seguiam desaparecidas, segundo a polícia e fontes médicas.

O ataque ocorreu sábado (2) à noite (domingo, pelo horário brasileiro) e foi sucedido por outro atentado em Bagdá, também reivindicado pelo Estado Islâmico. O carro-bomba era um caminhão frigorífico que pegou fogo após a explosão. Os bombeiros demoraram para chegar ao local, o que resultou no grande número de vítimas. Entre os mortos, estão 25 crianças.

Em um comunicado na internet, o Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado e disse se tratar de uma vingança contra os xiitas, considerados hereges pelo grupo sunita. Embora o bairro atacado fosse xiita, quase metade das vítimas do ataque em Karada era sunita, de acordo com a imprensa local.

O mais letal dos ataques ocorreu no distrito xiita de Al Karrada quando um suicida detonou um caminhão frigorífico que trafegava no meio de uma multidão reunida perto da sorveteria Yabar Abu al Sharbat.

A sorveteria mais popular e antiga de Bagdá estava movimentada à 1h (horário local, 19h em Brasília). No momento do ataque, Al Karrada estava cheia mesmo tarde da noite porque os iraquianos costumam comer fora de casa durante o mês do Ramadã, já que passam o dia jejuando – a solenidade termina na próxima semana.

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Fonte: Agência Brasil e G1

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