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Publicado por no dia 25/08/2014 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Ataques de Israel a Gaza vão continuar, diz primeiro-ministro

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Netanyahu pediu que população desaloje áreas com atividade do Hamas

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, deu a entender neste domingo (24) que a atual ofensiva militar contra o Hamas na Faixa de Gaza se prolongará ainda por vários dias, já que Israel não conseguiu atingir seus objetivos. Em declaração no início da reunião dominical do gabinete, o chefe do governo advertiu a população que esteja preparada para a possibilidade de os ataques continuarem além do início do ano escolar, previsto em Israel para a primeira semana de setembro.

“Peço a todos os moradores de Gaza que desalojem todo lugar onde o Hamas realiza sua atividade terrorista. Cada um desses lugares é um alvo para nós”, afirmou Netanyahu.

A declaração foi feita entre uma nova intensificação dos bombardeios israelenses sobre a Faixa de Gaza e apelos da comunidade internacional para que termine o conflito no qual já morreram ao menos 2.105 palestinos, 75% deles civis, nos 48 dias de bombardeios de Israel sobre a região.

Aviões de combate israelenses mataram neste domingo dois palestinos que viajavam em uma motocicleta pelo centro da Faixa de Gaza. O ataque também deixou pelo menos dez pessoas feridas, segundo Ashraf al Qedra, porta-voz do Ministério da Saúde

No sábado, o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, ligou para Netanyahu para pedir-lhe que retornasse à mesa de diálogo no Egito e negociasse uma cessação permanente das hostilidades. O pedido feito pelo secretário-geral incui também uma nova solicitação para que o processo de paz seja aberto e que os diálogos abram caminho a um processo ambicioso, colocando fim ao conflito entre palestinos e israelenses com base na ideia dos dois estados.

Horas depois, o Ministério das Relações Exteriores egípcio emitiu um comunicado no qual voltava a pedir a todas as partes a aceitar “um cessar-fogo permanente” e a retomar as negociações indiretas realizadas na capital egípcia.

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Fonte: Veja

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