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Publicado por no dia 16/07/2014 em Mensagens Pastores | Nenhum comentário

As bênçãos que sustentam o casamento – Parte 7

(Continuação)

4. E o Oscar vai para…

Não sei se a vida é curta ou longa demais,

mas sei que nada do que vivemos tem sentido

se não tocamos o coração das pessoas. (Anônimo)

Todo ano a Academia de Cinema dos Estados Unidos realiza a cerimônia de entrega do Oscar para filmes inscritos por todo o mundo. A cerimônia é uma tradição e a frase mais famosa, repetida a cada categoria apresentada é “… and the Oscar goes to…”. Cada vez que um apresentador diz essa frase ele está anunciando o premiado com a maior premiação possível o longo, árduo e caro trabalho que o cinema fez. Então, em tese são premiados só os melhores roteiro, maquiagem, trilha sonora, edição, ator, diretor, ator coadjuvante, montagem, filme do ano, filme estrangeiro e muitas outras categorias.

A premiação é uma das motivações para tudo o que fazemos na vida. Eu penso que Deus considerou isso quando inspirou os homens a escreverem a Sua Palavra, pois em muitas passagens da Bíblia é possível ver os “prêmios” dados por Deus a quem segue o que Ele diz.

No nosso caso, quando Deus diz “Honra teu pai, honra a tua mãe”, Ele também diz que há um prêmio, “um Oscar” para o vencedor e esse prêmio é para que vivas bem e tenhas vida longa sobre a terra (Efésios 6.3).

Eu tenho duas palavras:

Uma palavra para as solteiras, as meninas: comecem bem. Vão começar a sua vida amorosa pensando em casar-se em breve? Comecem pensando em como se casar com um cara que saiba o que é honrar pai e mãe. Procurem começar bem com alguém que tem este espírito, com um rapaz que seja um bom filho, porque só um bom filho saberá respeitar uma boa filha.

Um bom filho quase sempre será um bom marido, isso porque o rapaz que aprendeu a honrar a seus pais, saberá honrar a sua própria mulher.

Escapem por sua vida se o rapaz disser a você como disse aquele jovem à moça, filha do pastor: “Se o teu pai aceitar ou não, você será minha” ou “Se for preciso, a gente passa por cima deles”. Não construam o seu próprio inferno agindo antecipada e precipitadamente. Escapem por tua própria vida, pois Deus terá coisa melhor para vocês.

Procurem aproximar-se de um rapaz que saiba o que é a honra, que respeite o princípio de autoridade e que entenda como as engrenagens funcionam dentro da máquina.

Agora uma palavra para os solteiros, para os rapazes: comecem bem. Comecem com uma menina que saiba honrar os seus próprios pais. Quem se casa com uma filha que é a causa da tristeza dos pais, já se casou com alguém que saberá o que fazer para causar a infelicidade do seu marido também. Escolhendo uma moça que não faz a seus pais felizes, você será alguém que levará para o altar e para dentro de sua casa uma esposa que será, também, a causa da sua própria infelicidade.

Assim como acontece com os bons filhos, uma boa filha quase sempre será uma boa esposa. Que tipo de filha ela é? Como é que ela deixou a mãe e o pai dela em casa quando saiu? Ela é o orgulho da sua mãe e do pai? Ela é a razão da alegria deles? E da família igualmente?

Honra o teu pai e a tua mãe para que te vá bem e vivas muito tempo sobre a terra.

Quando eu estava orando pela realização do Encontro Nacional de Solteiros o Senhor colocou um versículo em meu coração. Foi o texto de Malaquias 4.6, que diz: “E Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos a seus pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição”. Que palavra poderosa, e que propósito brilhante que o Senhor tem para fazer no meio das famílias, entre pais e filhos.

O Douglas é o meu filho mais velho e os filhos mais velhos, geralmente, têm uma relação especial com seus pais. Não que sejam mais ou menos privilegiados, mas os pais inexperientes são testados na criação de seus primogênitos. Depois de suas primeiras experiências, a criação dos demais filhos tem seus ajustes, suas “correções na rota”, de modo que eu vejo como normal haver alguma diferença na criação de um filho em relação aos demais. E sobre o Douglas eu nunca esqueço uma história que o envolveu diretamente. Certo dia, a minha esposa Rousemary disse: “Josué, o Douglas quer falar com você”. E eu respondi: “Então eu vou tomar café com ele amanhã a tarde”. E fizemos assim.

Quando ele e eu estávamos tomando café juntos na casa onde moramos, eu disse: “Sua mãe disse que você queria falar comigo, Douglas”. E ele respondeu que sim, que tinha algo a me dizer. E emendou:

“Eu estou gostando da Valéria e a gente está conversando sobre a possibilidade de começarmos a namorar. Só que eu disse a ela que a gente só começaria a namorar de forma oficial se o senhor nos abençoasse”.

Eu olhei para ele e disse: “Que legal! Você não deu uns beijos ainda não, é? E fiz essa pergunta porque hoje, quando os pais ficam sabendo do namoro dos filhos, em alguns casos eles já foram até para um Motel, e isso quando não ficam sabendo quando ela já está grávida, o que é lamentável.

E perguntei mais: “E aí Douglas, mas vocês estão se gostando? Já oraram?”, ao que ele respondeu: “A gente está se gostando, estamos orando… e aí o que o senhor acha?”.

Como eu conheço a Valéria, sei que ela é de uma família boa, é uma boa menina, eu disse ao Douglas que abençoava a proposta deles. Eu disse: “Podem namorar”. Mas o Douglas disse: “Não, não, não. Agora eu vou falar com os pais dela”. Eu olhei bem para ele e me senti um pai realizado. E pensei: “Esse cara vai ser um bom marido, porque sabe honrar o seu pai e também consegue respeitar os pais dela!”.

(Continua)

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