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Publicado por no dia 20/07/2015 em Brasil e Mundo, Notícias | Nenhum comentário

Arábia Saudita prende 431 suspeitos de serem terroristas do Estado Islâmico

presídio-Agencia-Brasil

Segundo o Ministério do Interior, a operação evitou ataques contra mesquitas, forças de segurança e missões diplomáticas

As autoridades sauditas anunciaram neste sábado a detenção de 431 pessoas supostamente envolvidas com uma “organização terrorista que foi desarticulada e se vinculava ao grupo jihadista Estado Islâmico”.

Em entrevista coletiva, o porta-voz do Ministério do Interior, general Mansur al Turki, e o chefe das investigações, Bassam Al Atia, confirmaram a desarticulação de várias células terroristas que integravam essa rede e seu líder, identificado como Hadi al Shibani.

A organização era dirigida de fora do país, através de Al Shibani, e era estruturada em pequenas células sem conexão entre si, por razões de segurança.

A maioria dos detidos são de nacionalidade saudita, além de iemenitas, egípcios, sírios, jordanianos, argelinos, nigerianos, chadianos e de outras nacionalidades que não puderam ser identificadas pelas autoridades. Alguns dos detidos eram ativos na rede social Twitter, na qual apoiavam os atos do Estado Islâmico. Muitos não têm antecedentes criminais, mas foram recrutados pelo grupo jihadista.

Os detidos são suspeitos de envolvimento em vários ataques e explosões, entre eles os dois atentados contra mesquitas xiitas na região de Al Qatif, no leste da Arábia Saudita, em maio e novembro. As autoridades calculam que 37 pessoas, entre civis e policiais, morreram nas operações levadas a cabo até o momento pela organização, além de seis terroristas.

Com essa operação, as autoridades sauditas evitaram vários ataques que a organização supostamente planejava. O mais importante teria sido contra uma mesquita pertencente às forças antidistúrbios, com capacidade para até três mil fiéis na capital Riad. A organização também se dispunha a atacar sedes diplomáticas estrangeiras e forças de segurança sauditas, segundo as investigações.

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Fonte: Veja

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